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No total de: Decidi fazer diferente hoje, não vou escrever sobre o amor ou sobre alguma decepção que eu tenha sofrido. Estou aqui para escrever coisas bobas, intimides minhas. Besteiras, besteiras e besteiras. Sem muita preocupação com vírgula, ponto, “na outra linha parágrafo letra maiúscula”.
Quero escrever por instinto, o que me der na telha vai dizer. Sem pudor, sem vergonha, com malicia.
Sabe aquela frase que diz “Se você precisa de alguém para confiar, confie em você mesmo”? Isso não se encaixa no meu modo de pensar, uma vez que eu posso ser ingênua, mas sei perceber (muito bem) as pessoas. Sou detalhista mesmo, daquelas que repara em tudo. E por esse motivo é bem difícil eu me enganar com as pessoas. Um olhar, um sorriso, um aperto de mão, um abraço. Tudo é diferente quando é verdadeiro.
Pensa que eu não percebo quando você me olha de canto?
Escrita séria. Cadê o pudor? A vergonha? A malícia? Esqueci de dizer que eu sou muito certinha e mesmo tentando, sempre acabo indo pro lado intelectual, que no caso é o que mais me chama a atenção.
Por exemplo, no quesito homem. No colégio, na faculdade ou no trabalho você convive com muitos diariamente. Cada um tem um jeito, ninguém é igual (óbvio). Mas, eu divido em classes: Os bonitos, os inteligente e os que me encantam.
Os bonitos são aqueles que têm um corpo “definido, sorriso bonito, cabelo desarrumado, tudo fica bem com a sua beleza. Os inteligentes são aqueles que não provêm de muita beleza, mas sabem conversar e isso faz toda diferença. E os que me encantam, que não são muitos. Não por eu ser chata ou exigente. E sim, por que acontece naturalmente, com um olhar ou um sorriso. Coisa simples. Pode não ser o mais bonito, nem o mais inteligente. Mas, pra mim é fórmula exata.
E quando me abraça e tudo se encaixa.
Amor não, amor não. Eu comecei dizendo o que não ia dizer e estou aqui, puxando pro lado romântico da coisa. Não há como negar que eu tenha sim um que pra coisas bobas, mas o meu lado meloso, sempre é maior.
Tá, foco! Bia, foco. *coisas bobas*
Vou falar um pouco sobre humor, sobre caretas e sobre rugas de expressões. Acredita que eu com os meus plenos 18 anos, um bebê praticamente já tenho rugas? Na testa, afinal são muitas preocupações… Que roupa eu vou vestir? Que sapato eu vou usar? E agora deixo o cabelo crescer ou corto? Brincadeiras a parte, tudo isso é reflexo das inúmeras caretas que eu faço. Não consigo maneirar, quando vejo lá estão elas estampadas em fotos, vídeos ou até mesmo quando eu me pego pensando em nada.
Sem esquecer-se do meu humor. Do risada de tudo e todos. Mas, não me venha com esse humor barato que se encontra nesses programas de final de domingo. Gosto de coisas inteligentes, sem pensar muito. Afinal o que é pra ser engraçado, já nasce fazendo palhaçada. E não esses humoristas chatos que pra mim, não têm a menor graça e por isso, forçam para entrar na mídia.
Gosto de falar. Gosto de impor minhas idéias. Mas, se for pra ter confusão eu falo MAIS ALTO só pra provocar. Sou leonina poxa, gosto de atenção.
Texto grande sem nenhuma preocupação, a não ser aquela que o Word tem de querer me corrigir. Eu to certa, ele que tá errado!
E eu vou ficando por aqui.
Um beijo, Bia ou Beatriz Manfredini. Você que escolhe!